Domingo, 1 de Junho de 2008

UMA E OUTRO

Experimentemos este título. Depois, é deixar surgir tudo…

A dificuldade em nos percebermos, a Poesia como “moeda de troca”, os factos correntes.
Um blog que substitui o email!
Quando quiseres falar do teu livro, verás de que modo pões o anonimato em causa. Se não nos conhecerem, mesmo que nos vejam, toquem, cheirem, falem, leiam, anónimos continuamos. Arriscando deixar o anonimato, é o risco de passar do virtual para o mundo real. Quando quiseres ser mais pessoal, podes sempre escrever “mando email”…
Sugeri e sugiro um blog escrito a dois, anónimo, sem imagens a não ser as figuras de estilo que estão sempre a aparecer…
Eu posso ser o sapo, esperando beijos…
Beijo.
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publicado por outro às 16:22
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4 comentários:
De Anónimo a 3 de Junho de 2008 às 19:32
Ok. Acedi, Mas e o outro Blog do Tu Cá, Tu Lá, fica parado num tempo, sem tempo?

Quanto ao livro....estarás por cá ?
Beijos
Outra


De outro a 9 de Junho de 2008 às 11:49
UMA e OUTRO, Outra e Outro...
Aqui virei comentar, ainda bem que alertaste!
«tempo, sem tempo» para o blog, não necessariamente; quanto ao livro, irei lendo em «suporte informático».
Pode ser?
Bjs


De Anónimo a 7 de Junho de 2008 às 01:48
Estou aqui sem nome, como qualquer personagem, onde o nome é só um nome.
Nada mais a acrescentar, além das palavras que podem ter um som diferente para quem quiser se deliciar.
Somos uma e outro que se entregam na medida certa com a magia de corpos esquecidos na penumbra da noite..

Um pensamento...um poema

Cidade Desnudada

Instala-se a confusão, onde imperam ideias solidificadas
Numa cidade indiferente e gasta
Fundamentam-se conceitos de almas acorrentadas
E aprende-se a viver nesta monotonia
De um mundo que corre, sem a frescura de um olhar
E a clareza de uma voz apaziguadora

Entopem-se canais e instala-se o caos
A cidade desnuda-se e as folhas secas voam sem destino
Adormecem agora num jardim abandonado
Sem vida.
E a dor permanece intocável, sem resgate
E são corpos escancarados
Sob vendavais que escurecem sonhos fatais

Algumas lágrimas brilham no escuro da noite
E percorrem carreiros que a poeira dos dias escalou
O olhar fecha-se sobre um rio que passa devagar
Foca-se na dor da falta de outros ideais
São outros gemidos feitos de silêncio
É um muro que adormece junto ao cais

Outra


De OUTRO a 19 de Julho de 2010 às 13:28
As palavras, todas as coisas, têm mais valor quando resistem ao tempo. Este é o tempo de leitura, todo o tempo. Beijo


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